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Assistência Social realiza abordagens visando orientar imigrantes sobre proibição do trabalho infantil

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A Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência realiza, de forma contínua, ações de orientação aos imigrantes sobre a proibição de práticas que configuram trabalho infantil. Nesta semana, por exemplo, seis famílias venezuelanas foram sensibilizadas por meio da atuação das equipes de abordagens. Todas elas estavam concentradas em canteiros, rotatórias e vias movimentadas da cidade.

Na segunda-feira (29), foi encontrada uma família com crianças, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Av. do CPA). Na terça-feira (30), em outro ponto da mesma avenida, mais cinco grupos foram abordados, além de uma família nos entroncamento entre as avenidas Ten. Cel. Duarte (Prainha) e Mato Grosso. Essa atividade é executada pela Secretaria tanto de dia quanto no período noturno.

De acordo com o relatório da ação, apenas a família que se encontrava na Avenida Mato Grosso não aceitou acompanhamento da equipe até sua residência, mas retirou-se do local. Somado ao trabalho orientativo, a equipe faz a entrega de cestas básicas e cobertores às famílias sensibilizadas que, em grande parte, já são assistidas pelas unidades dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).

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As começam todos os dias, a partir das 17h, e são executadas por meio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), com o objetivo sensibilizar pais e responsáveis de que o trabalho infantil é crime. No Brasil, toda forma de trabalho exercida por crianças adolescentes que ainda não completaram 16 anos é considerada ilegal, com exceção de quando a admissão ocorre na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos.

“O nosso objetivo é levar a todos, independente da etnia, o conhecimento quanto aos seus direitos e também deveres. A exposição de crianças e adolescente, além de contrariar as leis brasileiras, inclusive o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), também as expõem a riscos de acidentes no trânsito, assédios, dentre outros”, explica a responsável pelo PETI, Rute Merle dos Santos Costa Pizza

As famílias abordadas passam por uma entrevista social para coleta de informações como dados pessoais, endereço, telefone para contato, se recebem algum benefício social e se estão sendo atendidos junto à Casa Pastoral do Migrante, conhecida como referência a essa população.  Por ser um momento de enfrentamento a pandemia da Covid-19, orientações sobre as principais formas de prevenção e cuidados são repassadas.

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“Assim que recebemos um aceite, acompanhamos até as residências para identificar se já são referenciados, se estão CadÚnico, se recebem o Auxilio Brasil, cestas básicas, dados pessoais, endereço e telefone para contato. E o mais importante, se essas crianças já estão nas escolas da rede. Ao final, é realizado o cadastramento que será direcionado às unidades de CRAS para posterior acompanhamento”, acrescenta Rute.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira, afirma que oferecer mais dignidade tanto à população cuiabana quanto aos imigrantes é uma determinação do prefeito Emanuel Pinheiro. “A equipe toma todo o cuidado e respeita o limite, percebendo até onde pode chegar. Queremos apenas sensibilizar essas famílias sobre a exposição dessas crianças e jamais atrapalhar quem está trabalhando de forma autônoma”, pontua a secretária.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Aikido conquista espaço em Cuiabá e atrai praticantes em busca de equilíbrio e disciplina

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O Aikido, tradicional arte marcial japonesa criada pelo mestre Morihei Ueshiba, vem conquistando cada vez mais espaço em Cuiabá. Conhecida por unir técnicas de defesa pessoal com princípios de equilíbrio emocional, disciplina e harmonia, a modalidade tem atraído pessoas de diferentes idades em busca de qualidade de vida e desenvolvimento pessoal.

Diferente de outras artes marciais, o Aikido não possui competições. A prática é baseada em movimentos circulares, imobilizações e projeções que utilizam a força do próprio adversário para neutralizar ataques, priorizando o controle da situação sem violência excessiva.

Além do aspecto físico, o Aikido também trabalha concentração, autocontrole, respeito e serenidade. A filosofia da modalidade prega a resolução pacífica dos conflitos e o fortalecimento da mente, tornando a prática uma alternativa para quem busca não apenas atividade física, mas também bem-estar emocional.

Em Cuiabá, o crescimento da modalidade pode ser visto através de espaços especializados que mantêm viva a tradição da arte marcial japonesa. Entre eles está o Doshi Aikido Dojo, que utiliza as redes sociais para divulgar treinamentos, apresentações e o dia a dia dos praticantes da arte marcial na capital.

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O dojo reúne alunos iniciantes e experientes, mostrando que o Aikido pode ser praticado por qualquer pessoa, independentemente da idade ou condicionamento físico. A modalidade também tem sido procurada por pais interessados em atividades que incentivem disciplina, respeito e desenvolvimento pessoal entre crianças e adolescentes.

Com o aumento do interesse pelas artes marciais orientais em Mato Grosso, o Aikido se consolida como uma prática que vai além do combate, levando filosofia, equilíbrio e cultura japonesa para o cotidiano dos cuiabanos.

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