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Monja Coen é a nova entrevistada do programa Magistratura e Sociedade

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“Onde é que nós ficamos bem? E não é ser só confortável não. Às vezes não é tão confortável, mas como é que podemos desenvolver a nossa capacidade humana de sabedoria, de compaixão, de ternura? Como é que podemos ser mais capazes de viver em harmonia entre nós? Talvez o significado da existência seja existir, mas existir em plenitude, não é de qualquer jeito. Não é deixando para depois.” A explicação é da monja Coen Roshi, entrevistada da nova edição do programa Magistratura e Sociedade, ao falar sobre para os internautas do YouTube do @tjmtoficial como nós podemos ser ainda melhor.
 
Ela destacou ainda que quando uma pessoa percebe o que é bom para si, faz sentido para ela toda a existência. “Eu acho que o prazer da existência não é o prazer sensorial apenas, né? Existem prazer de alimento, de sexo, de poder, mas existe um prazer maior que é da piedade, da cura, da verdade e do caminho. Eu acho que é isso que realmente nos transforma propriamente e a nossa existência fica mais saborosa.”
 
Sobre o exercício da magistratura, a monja ressaltou que é importante que magistrados façam reflexões profundas dos casos que estão acompanhando para que possam tomar a decisão acertada. “Algumas vezes vão errar? Sim. Porque somos humanos. E se errou o que vai fazer? Só vai saber disso anos depois. Naquele momento parecia, tudo apontava para que esta pessoa fosse culpada, para que essa decisão fosse mais acertada. Anos se passam e você pode dizer assim: nossa, o que eu fiz naquela época? Mas, era só o que você podia ter feito porque era só o que estava nos autos. (…) Então, também somos limitados pela própria condição da legislatura, pela própria condição da posição do juiz.”
 
A monja Coen Roshi é missionária oficial da tradição zen-budista soto zenshu, com sede no Japão. Antes de se tornar monja, foi jornalista profissional. Como monja, teve sua formação inicial em Los Angeles, nos Estados Unidos, e completou o mestrado no mosteiro feminino de Nagoya, no Japão. Foi ordenada em 1983. É graduada como monja especial, hábil a ser professora de mosteiros, foi a primeira monja a ocupar a posição de líder das noviças.
 
Também foi a primeira mulher e a primeira pessoa de origem não japonesa a ocupar a presidência da Federação das Seitas Budistas do Brasil. Atualmente, é monja e mestra dos ensinamentos de Buda, escreve e dá palestras em todo o Brasil e em países como Papão, Portugal e Suíça. É autora de vários livros, dentre eles, A sabedoria da transformação, Zen para distraídos e 108 parábola orientais.
 
 
 
O programa Magistratura e Sociedade tem como objetivo inserir magistrados estaduais mato-grossenses no campo das ciências sociais como forma de apropriação de conteúdo social e humanitário.
 
 
Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Imagem: Fotografia quadrada e colorida. Na lateral esquerda o ícone de play acompanhado do texto: /tjmtoficial. Na parte superior central o logo do Programa Magistratura e Sociedade e a foto da convidada: Monja Coen Roshi. Traz texto: Convidada: Monja Coen Roshi. Assista agora! 11º Episódio. Assina a peça o logo do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Abaixo leia matéria correlatas.
 
 
 
 
 
 
 
Keila Maressa
Coordenadoria da Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

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Coronel Roveri destaca investimentos e redução de crimes durante passagem pela Sesp-MT

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O coronel César Roveri voltou a destacar, nas redes sociais, ações e resultados relacionados ao período em que esteve à frente da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT).

Em uma publicação no Instagram, Roveri reuniu registros de iniciativas desenvolvidas durante sua gestão e mencionou investimentos no fortalecimento das forças de segurança, uso de tecnologia, integração entre as instituições e estratégias de enfrentamento à criminalidade.

Entre as ações citadas está o programa Vigia Mais MT, que ampliou o uso de câmeras de monitoramento em municípios do Estado. A tecnologia passou a ser utilizada como ferramenta de apoio às forças policiais, além de auxiliar em operações e no monitoramento de áreas estratégicas.

Dados divulgados pela Segurança Pública também apontaram redução em determinados indicadores criminais no período. Em 2024, os roubos de veículos em Mato Grosso registraram queda de 28% em relação ao ano anterior. Os furtos de veículos também apresentaram redução no mesmo intervalo.

Roveri também mencionou investimentos em equipamentos, tecnologia e efetivo como parte das medidas adotadas para reforçar a estrutura da segurança pública estadual.

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Cenário eleitoral

A publicação ocorre em meio à movimentação política do coronel, que é cotado para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026.

Apesar do contexto eleitoral, a publicação analisada concentra-se na divulgação de ações e resultados atribuídos ao período em que Roveri comandou a Sesp-MT.

As informações sobre indicadores criminais e resultados apresentados na reportagem têm como base dados divulgados por órgãos públicos e informações atribuídas ao próprio coronel.

A legislação eleitoral estabelece regras para a divulgação de conteúdos relacionados a candidatos e pré-candidatos. A propaganda eleitoral na internet será permitida a partir de 16 de agosto, conforme o calendário das Eleições 2026. Até o início do período permitido, conteúdos jornalísticos devem manter caráter informativo, sem pedido explícito de votos ou elementos que possam caracterizar propaganda eleitoral antecipada.

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