VÁRZEA GRANDE
Secretaria avalia vacinar crianças e adolescentes nas escolas municipais
VÁRZEA GRANDE
Com autorização dos pais ou responsáveis, público alvo de 10 a 14 poderá receber imunizante contra a dengue
Com o aumento das notificações de casos de dengue e a baixa procura pela vacina nos postos de atendimentos, a secretaria de Saúde de Várzea Grande estuda a possibilidade de levar às escolas da rede pública municipal, equipes para realizar a imunização dos estudantes, nas faixas etárias entre 10 a 14 anos, público alvo determinado pelo Ministério da Saúde.
“Essa é uma possibilidade que vem sendo estudada juntamente com a equipe da secretaria de Educação. O ano letivo terá início na próxima semana e a nossa preocupação é que essas crianças e adolescentes estejam bem para o ano letivo”, destacou a gerente de Vigilância Epidemiológica, Alessandra Carrera.
A profissional pontuou a necessidade da ampliação da cobertura vacinal, já que no município ainda está abaixo do esperado. “Reconhecemos que muitos pais trabalham o dia todo e não dispõem de tempo para levar os filhos a uma unidade de saúde, e muitos não dispõem de recursos para deslocarem até um posto de atendimento, daí discutimos, juntamente com a equipe técnica da secretaria de Educação, a possibilidade de irmos até as escolas”.
Alessandra Carrera disse ainda que será feito um cronograma e a escola irá informar o número de alunos – que correspondem ao público alvo – e também ficará com a responsabilidade de enviar o comunicado aos pais sobre a vacinação. Só serão imunizados, aqueles que tiveram autorização dos pais ou responsáveis.
VÁRZEA GRANDE
Prefeita aciona Justiça para obrigar Câmara a votar projetos em sessão extraordinária
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), ingressou com um mandado de segurança para que a Justiça determine ao presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), a convocação de uma sessão extraordinária para votar projetos considerados urgentes pela administração.
Na ação, o Executivo alega que a ausência da sessão impede a apreciação de propostas essenciais para a gestão financeira do município, entre elas um projeto que amplia o limite para abertura de créditos suplementares e outro que autoriza o parcelamento de débitos previdenciários. Segundo a Prefeitura, a situação pode comprometer a execução de recursos destinados à Saúde e a outras áreas da administração.
O município também afirma que 14 dos 23 vereadores assinaram requerimento favorável à convocação da sessão e pede que a Justiça fixe multa diária ao presidente da Câmara em caso de descumprimento de eventual decisão.
Em nota, a Câmara Municipal negou omissão e afirmou que a sessão extraordinária só pode ser convocada após a conclusão da tramitação das matérias nas comissões permanentes. O Legislativo também argumentou que a própria Prefeitura retirou projetos anteriores durante a tramitação e destacou que já aprovou mais de R$ 155,6 milhões em remanejamentos orçamentários solicitados pelo Executivo em 2026.
A Câmara informou ainda que apresentará sua defesa caso a Justiça determine o prosseguimento da ação.
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