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Oposição pressiona por mudança na dosimetria após Bolsonaro ser levado à Papudinha

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A ida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, reacendeu a mobilização da oposição no Congresso Nacional em torno do projeto que trata da dosimetria das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

Parlamentares aliados avaliam que o novo cenário fortalece a pressão para a análise do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto, que já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. A proposta previa a redução de penas e poderia permitir progressão mais rápida de regime para os condenados, incluindo o ex-presidente.

Líderes da oposição articulam apoio para a derrubada do veto presidencial e também discutem medidas paralelas, como pedidos de prisão domiciliar e ações em organismos internacionais. Nos bastidores, aliados avaliam que o episódio pode ter reflexos políticos mais amplos, influenciando o cenário eleitoral e estratégias do grupo bolsonarista para os próximos anos.

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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