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Esperidião Amin pede urgência para projeto sobre pesca da tainha em SC

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O senador Esperidião Amin (PP-SC) discursou nesta quarta-feira (19) no Plenário do Senado para pedir urgência na tramitação do PDL 119/2025. Esse projeto de decreto legislativo, de sua autoria, suspende uma portaria interministerial que restringiu a pesca artesanal de tainha em Santa Catarina

— O objetivo desse projeto de decreto legislativo é evitar um mal que, daqui a pouco, só a Justiça poderá consertar, que é uma regra que foi imposta por uma instrução, por uma resolução interministerial, que estabelece uma regra proibitiva para o exercício da pesca de tainha artesanal de arrasto. Essa prática faz parte da tradição de Santa Catarina e foi discriminada nessa portaria, porque o único estado onde existe limite para isso é Santa Catarina — protestou ele.

Esperidião Amin ressaltou que a tramitação do projeto precisa ocorrer antes de 1º de maio para que tenha efeitos práticos. E fez um alerta: caso a matéria não avance no Congresso Nacional, restará apenas a via judicial como alternativa para contestar a portaria.

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O senador também destacou que uma proposta semelhante tramita na Câmara dos Deputados, de autoria da deputada Julia Zanatta (PL-SC).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

 

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