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CTFC vai pedir auditoria do TCU sobre recursos para ajuda a ianomâmis

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A Comissão de Transparência (CTFC) aprovou requerimento para solicitar auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre recursos destinados à proteção de indígenas ianomâmi.

O REQ 15/2025 – CTFC é de autoria do presidente da CTFC, senador Dr. Hiran (PP-RR). De acordo com o documento, o TCU fará auditoria para “avaliar a regularidade da execução orçamentária, as políticas públicas implementadas e os impactos decorrentes” da Lei 14.922, de 2024, que liberou crédito extraordinário de R$ 1,06 bilhão para a proteção das comunidades que vivem em território ianomâmi. O texto da lei teve origem na MP 1.209/2024.

Os recursos da lei foram destinados a vários ministérios para atividades emergenciais de assistência sanitária aos ianomâmis e demais povos da região em estado de emergência de saúde, como a retirada de garimpos ilegais da área indígena. 

Gastos

A auditoria deverá abordar a conformidade dos gastos, eficiência e eficácia das políticas públicas e resultados e impactos gerados na sociedade. De acordo com o requerimento, levantamento da Consultoria de Orçamentos do Senado (Conorf) constatou terem sido executados 76% dos recursos, correspondentes a R$ 711 milhões. A maior parte dos recursos foi destinada ao Ministério da Defesa e ao Ministério dos Povos Indígenas.

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“O levantamento da Conorf mostra também a execução orçamentária por beneficiário, com elevados gastos com empresas do setor privado, entidades sem fins lucrativos e pessoas físicas. Tais gastos sugerem muitas despesas com organizações não governamentais e um grande volume de diárias e outras despesas indenizatórias. Tudo isso indica que os maiores beneficiários dessas operações podem ter sido os agentes que atuam na defesa dos povos indígenas mais do que os próprios indígenas”, afirma Dr. Hiran no requerimento.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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