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Comissão de Saúde debate o cuidado ao trauma no Brasil

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados debate, nesta terça-feira (6). os múltiplos aspectos relacionados ao cuidado ao trauma no Brasil, com ênfase nas disparidades regionais que agravam esse problema de saúde pública. O debate, solicitado pelo deputado Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO), será realizado às 17 horas, no plenário 7.

Conforme o parlamentar, diariamente, cerca de 410 brasileiros perdem suas vidas devido a causas traumáticas, como acidentes de trânsito e violência.

Segundo Dr. Ismael Alexandrino, regiões como o Nordeste e o Sudeste enfrentam altos índices de mortalidade e morbidade relacionados ao trauma, impulsionados por densidade populacional elevada e complexidade urbana. O Centro-Oeste, especialmente o Distrito Federal, destaca-se pelo volume significativo de acidentes de trânsito, enquanto o Norte enfrenta desafios de acesso a cuidados especializados. Já no Sul, as condições climáticas adversas e as estradas rurais contribuem para a incidência de traumas.

“Além do impacto humano, os custos econômicos associados ao trauma são substanciais, incluindo despesas com saúde, reabilitação e perda de produtividade. O tratamento de pacientes traumatizados consome uma parte significativa dos recursos do sistema de saúde, pressionando ainda mais os serviços públicos e privados”, afirma.

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O deputado argumenta ser imperativo discutir e implementar estratégias de prevenção e educação para reduzir a incidência de traumas, além de aprimorar o atendimento e a recuperação dos pacientes afetados.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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