POLITÍCA NACIONAL
Cleitinho critica limitação do salário mínimo e pede fim dos supersalários
POLITÍCA NACIONAL
O senador Cleitinho (Republicanos-MG) criticou, em pronunciamento nesta quarta-feira (4), o pacote de corte de gastos apresentado pelo governo ao Congresso Nacional na semana passada. O parlamentar se declarou contra a possibilidade de congelamento do salário mínimo e defendeu a redução salarial dos parlamentares.
— O corte de gastos sempre recai sobre o povo, nunca sobre quem realmente gera a despesa. Tem que congelar aqui, tem que diminuir aqui o nosso. São os nossos salários que devem ser congelados, diminuídos ou reduzidos. São nossas mordomias e privilégios que devem acabar, não os do povo.
Pela proposta do Executivo, o crescimento do salário mínimo ficaria limitado ao mesmo teto para as demais despesas estabelecido no Novo Arcabouço Fiscal, de 2023: entre 0,6% e 2,5% ao ano.
Cleitinho também informou ter apresentado uma proposta de emenda à Constituição (PEC) determinando o fim dos supersalários no setor público (PEC 47/2024). O texto prevê que auxílios e benefícios de caráter indenizatório sejam somados às demais remunerações para atender ao teto salarial.
— É o momento de resolvermos o problema do país: os cortes de gastos têm que vir daqui. Chega de fazer o povo brasileiro pagar essa conta.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência
O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.
Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.
Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.
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