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João Batista volta a visitar baías de Siá Mariana e Chacororé e acompanha fim da limpeza de corixos

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Foto: BRUNO BARRETO / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual João Batista do Sindspen (PP), na tarde de terça-feira (19), esteve na região ribeirinha do município de Barão de Melgaço (110 km de Cuiabá), para acompanhar a finalização da limpeza dos corixos que ligam as baías de Siá Mariana e Chacororé. O parlamentar já tinha ido à região no dia 22 de março, quando firmou o compromisso com a comunidade de pescadores oferecendo o apoio logístico necessário para a realização do trabalho.

Batista explicou que foi procurado pelo vereador Professor Dedé (Pros), que ao lado dos pescadores, “ombrearam a missão” da limpeza do canal que liga ambas as baías.

“O vereador Dedé é o nosso principal parceiro aqui na região de Barão, fico muito feliz em ver que nossa ação teve um impacto direto na vida da população ribeirinha que tira do Rio Cuiabá o seu sustento”, afirmou o deputado.

O fechamento dos corixos, como explica o Professor Dedé, é necessário “de tempos em tempos”, entretanto, é uma ação que precisa ser coordenada no período correto, caso o contrário a “janela” para se realizar este trabalho se fecha, causando prejuízos ambientais irreparáveis para população ribeirinha.

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“O fechamento dos corixos, seja por falta de manutenção ou pela ação do homem, resulta no interrompimento do curso natural da água, o que evita a migração natural dos peixes e traz muitos prejuízos ao meio ambiente. Realizamos esta ação de limpeza graças ao auxílio logístico do deputado João Batista, que nos forneceu o combustível necessário. A mão de obra ficou toda por nossa conta, um trabalho comunitário que só foi possível graças a união de todos”, explicou o vereador.

Fonte: ALMT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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