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Aprovados no concurso da Polícia Militar pedem apoio da Assembleia Legislativa para nomeação

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Candidatos aprovados no concurso para soldado da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT) se reuniram com o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (União), na tarde desta quinta-feira (11), no Plenário das Deliberações Deputado Rene Barbour.

Na ocasião, eles informaram que apenas 513 dos 1.850 candidatos aprovados foram nomeados até o momento e pediram que o Legislativo Estadual interceda junto ao Governo do Estado para apresentação de um cronograma de nomeação. Destacaram ainda o alto índice de criminalidade no estado e a necessidade de fortalecimento do efetivo da Polícia Militar, que, segundo eles, apresenta hoje um déficit de 4.953 profissionais.

“O estado tem condição de convocar esses 1.315 aprovados, no entanto nós não temos nenhuma resposta sobre a previsão de nomeação por parte do governo, por isso já estivemos aqui diversas vezes e estamos aqui hoje novamente pedindo o apoio dos deputados”, declarou o vice-presidente da comissão de aprovados, Antônio Campos Mourão.

Um dos candidatos que integram a lista de espera, Guilherme Oliveira, afirmou que há em Mato Grosso mais de 30 mil criminosos faccionados, enquanto o efetivo da PM é de aproximadamente 6 mil profissionais.

“É um confronto totalmente desproporcional, que está sendo tratado com normalidade. Os policiais estão doentes, chacinas têm sido constantes no estado. Na formação anterior, foram 1.200 pessoas. Agora que o estado cresce, esse número reduziu. Não faz sentido”, acrescentou.

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O comandante geral da PMMT, coronel Alexandre Correa Mendes, informou que os 513 policiais convocados estão concluindo a formação neste mês e irão atuar em municípios do interior do estado. Lembrou ainda que os candidatos foram aprovados para vagas de cadastro de reserva e que a nomeação deles depende da situação financeira do estado.

O deputado Eduardo Botelho disse que irá solicitar uma reunião com o governo do estado para discutir o assunto. “Evidentemente que o governo sabe que precisamos dos policiais, mas tem a questão financeira, então nós temos que fazer esse contraponto entre o ideal e o que é possível. Para esse ano provavelmente deve haver dificuldade, o governo já mostrou isso, mas eu acredito que é possível, sim, que no próximo ano todos sejam chamados. Vamos fazer essa discussão com o governo, com a Secretaria de Fazenda, para darmos uma resposta para essas pessoas”, declarou.

Os deputados Elizeu Nascimento (PL), Janaina Riva (MDB) e Cláudio Ferreira (PL) e o deputado federal Abílio Brunini (PL) também participaram da reunião e manifestaram apoio aos aprovados. “O policial militar é insubstituível. A sensação de segurança que ele gera, a partir do momento que ele estaciona uma viatura no município, que ele está ali, é essa sensação de segurança que Mato Grosso precisa ter. A nossa população vem crescendo muito, ao ponto de que nós vamos ganhar mais três deputados estaduais, porque passamos os 3,7 milhões de habitantes, então é essa preocupação que nós temos que apresentar ao governador Mauro Mendes”, ressaltou Janaina. 

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Cláudio Ferreira destacou algumas das ações realizadas pelo governo do estado em prol do fortalecimento da segurança pública e apontou que o incremento do efetivo também é necessário. “Eu entendo que existe por parte do governador o comprometimento de que a segurança funcione de verdade e, de fato, o governador tem feito isso, tem investido, tem equipado a polícia. Todavia, nós estamos precisando neste momento de mais capital humano e vamos trabalhar para que essa questão seja resolvida o mais rápido possível”, frisou.


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Fonte: ALMT – MT

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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