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Polícias Civis de MT e Pará prendem autor de homicídio foragido há oito anos

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O autor de um homicídio ocorrido em 2013, na cidade de Peixoto de Azevedo, no norte de Mato Grosso, foi preso nesta sexta-feira (10) pela equipe da Delegacia da Polícia Civil do município, com apoio da polícia paraense.

O autor estava foragido há oito anos e se escondeu na cidade de Novo Progresso, no Pará.  

A ação policial contou com apoio da Delegacia de Novo Progresso, que repassou informações relevantes que auxiliaram os policiais civis de Peixoto de Azevedo no cumprimento da ordem judicial.

O crime ocorreu em 15 de dezembro de 2013, no bar da Gaúcha, em Peixoto de Azevedo. O motivo seria por causa de um desentendimento banal. O autor junto com um adolescente efetuou vários disparos de arma de fogo contra duas vítimas no bar da cidade, sendo que somente uma delas sobreviveu.

Após a formalização do mandado de prisão, o autor do homicídio foi encaminhado à unidade prisional.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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