POLÍCIA
Polícia Rodoviária Federal realiza 2 apreensões, no mesmo dia, de cigarros eletrônicos e outras mercadorias sem documentos em fiscalizações
POLÍCIA
Itiquira, MT – Em duas ações distintas realizadas no dia 27 de junho de 2023, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) obteve sucesso na apreensão de mercadorias ilícitas na BR 163, no município de Itiquira/MT.
Na primeira ocorrência, por volta das 02h40, durante uma fiscalização de trânsito, a equipe da PRF abordou um veículo de carga, que seguia de Paranaguá/PR para Cuiabá/MT. Os agentes suspeitaram de algumas caixas que estavam no veículo e seriam entregues a uma amiga do motorista em Rondonópolis/MT. Ao inspecionar o conteúdo das caixas, foram encontrados 500 cigarros eletrônicos.
Além disso, outras caixas continham vinhos e equipamentos eletrônicos de origem estrangeira, caracterizando o crime de descaminho.
O motorista foi conduzido à Polícia Federal de Rondonópolis/MT.
Já no segundo episódio, por volta das 23h30, durante uma fiscalização em um ônibus, rota Criciúma/SC até Porto Velho/RO, a equipe da PRF encontrou nove caixas de cigarros eletrônicos e insumos diversos para cigarros eletrônicos. As caixas, sem documentação fiscal adequada, chamaram a atenção dos agentes, que apreenderam a mercadoria para apresentação à autoridade policial.
As apreensões feitas pela PRF demonstram o trabalho constante e incansável no combate ao contrabando e ao descaminho, visando a proteção do patrimônio nacional e a segurança da sociedade.
A atuação eficiente da Polícia Rodoviária Federal na identificação e apreensão dessas mercadorias ilegais reforça a importância do trabalho de fiscalização e combate ao crime nas estradas brasileiras. A PRF continua empenhada em garantir a segurança e o bem-estar da população, contribuindo para a construção de um país mais justo e livre de atividades criminosas.
Fonte: PRF – MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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