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Polícia Civil vai apurar possível conduta racista de torcedor durante partida na Arena Pantanal

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Torcedor, vai instaurar procedimento investigatório para apurar a conduta de um torcedor do Clube Atlético Mineiro que teria feito gestos ofensivos a torcida do Clube Flamengo, durante a partida entre os dois times, realizada na Arena Pantanal, em Cuiabá, no domingo (20.02).

A investigação preliminar busca apurar suposta prática de racismo por parte do torcedor, ou outra situação como tentativa de provocar tumulto ou incitar a violência dentro do estádio, uma vez que o suspeito aproveitou do seu acesso ao gramado para provocar a torcida adversária.

Ao ser abordado pela equipe da Polícia Militar no gramado, o torcedor do Atlético alegou que estava fazendo referência a comemoração utilizada pelo jogador, Hulk, do Flamengo.

Segundo o delegado titular da Delegacia do Torcedor, Rogério Ferreira, a Polícia Civil de Mato Grosso está atenta a qualquer tipo de situação que possa causar tumulto e brigas, assim como a prática de atos que possam ter intenção racista, realizadas em grandes eventos.

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“A conduta do torcedor poderia ter causado tumulto generalizado dentro da Arena, inclusive com invasão de campo por parte de outros torcedores, resultando em agressões físicas, lesões e outras situações durante a partida”, disse o delegado.

A Delegacia do Torcedor espera receber denúncias e informações que possam servir para identificar o suspeito e esclarecer os fatos, assim como a manifestação de possíveis vítimas que tenham se sentido ofendidas pelas palavras e gestos proferidos pelo suspeito. As denúncias podem ser realizadas pelo telefone (65) 3901-4809. ou no endereço Avenida Dante Martins de Oliveira, s/nº, bairro Planalto, Cuiabá.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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