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Preso em flagrante por homicídio atraiu vítima para emboscada em Cuiabá

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Diligências efetuadas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá apontam que Daniel Almeida Amorim, de 28 anos, foi morto após uma emboscada armada por um conhecido seu, que foi preso em flagrante. A vítima foi atingida pelos disparos feitos por outros dois suspeitos, quando estava dentro de um imóvel em construção e conseguiu ainda correr alguns metros, mas caiu na frente de uma mercearia, já morta.

H.S.C., de 22 anos, foi detido pela Polícia Militar logo após o crime, quando corria pela via pública com a chave da motocicleta da vítima. O veículo estava próximo ao local onde ocorreram os disparos.

Autuado em flagrante pela Polícia Civil pelo homicídio qualificado, o investigado relatou em depoimento que na tarde de domingo, por volta das 16 horas, foi com a vítima até uma casa em construção no bairro Nova Esperança, e alegou que foi ao local a pedido do próprio Daniel.

Contou ainda que não sabia o que a vítima faria no imóvel, mas que devia estar indo pegar “alguma coisa”. O investigado preso relatou que quando chegaram ao local, tinha um Fiat Siena branco parado em frente à casa e disse à vítima que havia uma pessoa desmaiada dentro do carro. Prontamente, Daniel desceu da motocicleta e entrou na casa em construção, enquanto o suspeito permaneceu esperando do lado de fora e logo em seguida ouviu os disparos e viu a vítima sair correndo da casa, enquanto o suspeito deixou o local.

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Conforme as diligências realizadas pela DHPP, o suspeito preso armou a emboscada para que a vítima fosse até o imóvel em construção, onde foi atingida pelos disparos de arma de fogo.

A Politec realizou perícia na casa onde a vítima foi atingida e foram encontradas manchas de sangue e um estojo de munição deflagrada. Já o Fiat Siena foi abandonado pelos outros suspeitos próximo ao estabelecimento comercial onde a vítima caiu.

A DHPP trabalha com as diligências investigativas para identificar os outros dois participantes do homicídio e esclarecer a motivação do crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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