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Em Mato Grosso, PRF participa de curso de atendimento pré-hospitalar de cães de serviço

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Um operador do Grupo de Operações com Cães da PRF participou do o 1º Curso de Atendimento Pré-Hospitalar Canino (APH-K9) do CBMMT. O curso, oferecido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso (CBMMT) aconteceu no período de 27 de fevereiro até hoje, dia 03 de março de 2023.

O curso destina-se a prover aos binômios (condutor e cão) conhecimentos para realizar atendimento pré-hospitalar aos cães de busca, resgate e salvamento em situações de emergência em desastres e em locais de difícil acesso até a chegada ao atendimento médico veterinário.

As aulas aconteceram de forma presencial em Cuiabá-MT, na Faculdade de Medicina Veterinária da UFMT, e aulas práticas em ambiente aberto no Batalhão do Corpo de Bombeiros e Lagoa Trevisan. As instruções contaram ainda com a participação de instrutores Bombeiros Militar do Paraná.

O evento proporcionou a integração e trocas de experiências entre as forças de segurança pública. Com participação de um total de 30 binônimos, sendo do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso e de outros nove Estados, bem como Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar e Polícia Penal de Mato Grosso.

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Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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