POLÍCIA
Polícia civil prende membros de grupo especializado em furto de baterias de torres de telecomunicações
POLÍCIA
A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, na tarde desta quarta-feira (10.6), dois homens suspeitos de integrar um grupo especializado no furto de baterias de lítio de torres de transmissão de telefonia em Várzea Grande. Um adolescente que participava da ação também foi apreendido.
A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), teve início após o registro de um furto ocorrido na madrugada de quarta-feira em uma torre de transmissão localizada no Bairro Mapim.
Os criminosos arrombaram o alambrado, o gradil de proteção e o cofre das baterias com uso de lixadeira, pé de cabra e alavanca, subtraindo três baterias de íons de lítio, avaliadas em aproximadamente R$ 21 mil.
Após a denúncia, a equipe de investigação agiu rapidamente, identificou o veículo utilizado na ação criminosa e rastreou seu deslocamento até efetuar a abordagem dos suspeitos.
Ao serem localizados, os suspeitos confessaram o crime e conduziram os policiais até o local onde as baterias estavam escondidas, possibilitando a recuperação integral dos bens subtraídos.
Durante a ação, foi apreendido um segundo veículo, também identificado em outras ações de mesma natureza, indicando que o grupo atuava de forma organizada e reiterada. As investigações apontam a existência de várias ocorrências anteriores de furto de cabos e baterias de torres de operadoras de telefonia atribuídas ao mesmo grupo criminoso.
Os adultos foram autuados em flagrante por furto qualificado de componentes de infraestrutura de telecomunicações, associação criminosa e corrupção de menores, sendo requerida a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. O adolescente foi submetido ao procedimento previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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