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Polícia Civil participa de ações sociais realizadas em Alta Floresta e Colíder

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Regional de Alta Floresta e da Coordenadora de Polícia Comunitária, participou das ações sociais em alusão ao “Dia das Crianças”, nos municípios de Alta Floresta e Colíder, região norte do Estado.

Ao todo 3 mil crianças foram atendidas nos dois eventos realizados na sexta-feira (14.10) em Alta Floresta, e no sábado (15.10) na cidade de Colíder.

Duas mil crianças participaram da ação em Alto Floresta, organizada pela Prefeitura Municipal, que contou com brinquedos infláveis, brincadeiras e shows para as crianças, além da distribuição de lanche, sorvete, pipoca, algodão doce e refrigerante.

Já em Colíder cerca de 1 mil crianças da comunidade estiveram presentes na festividade, promovida pela sociedade e parceiros. O público infantil pode participar das atividades e atrações com muita diversão.

Uma das principais apresentações foi a presença do mascote “Bom Dog” do programa “De Cara Limpa Contra as Drogas”, desenvolvida pela Polícia Civil, através da Coordenadoria de Polícia Comunitária.

O cativador boneco “Bom Dog” interagiu com as crianças, bem como os policiais civis aproveitaram o ensejo para falar e conscientizar o público sobre a importância de dizer não as drogas.

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Foram parceiros do trabalho social, as equipes da Delegacia Regional e Delegacia Municipal de Alta Floresta, da Delegacia de Colíder, os delegados de polícia Ana paula Reveles, Breno Houly e Jeffeson Dias.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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