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Operação cumpre mandados contra investigados pela execução de casal em Brasnorte

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A Polícia Civil deflagrou na segunda-feira (03.2) a Operação Sanguis Innocens para cumprir seis mandados de buscas e de prisões contra investigados pelo assassinato de um casal em Brasnorte. Os mandados foram cumpridos nas cidades de São José do Rio Claro e Brasnorte.

O crime foi registrado em setembro do ano passado e vitimou Mirta de Lima, de 34 anos e Jeferson Laurindo, de 28 anos.

Inicialmente, o sumiço do casal foi registrado como desaparecimento, na Delegacia de Brasnorte. Contudo, no decorrer das investigações, a equipe policial apurou que Jeferson e Mirta foram executados e tiveram os corpos enterrados.

Conforme a investigação, o casal foi morto por integrantes de uma facção criminosa. O duplo homicídio teve motivações fúteis. Jeferson estava alcoolizada e foi tirar satisfação com vizinhos, integrantes da facção, que não gostaram da atitude e o mataram. Mirta presenciou a morte do marido e também foi morta.

Duas prisões temporárias e três de buscas foram cumpridas em Brasnorte e um mandado de buscas em São José do Rio Claro.

A operação contou com apoio da Delegacia Regional de Tangará da Serra, Delegacia Municipal de Tangará da Serra e Delegacia de São José do Rio Claro.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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