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Polícia Civil participa da abertura da 1ª Copa Delice Farias em Barra do Garças

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A Polícia Civil de Mato Grosso, representada pela Delegacia Regional do município de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), participou da abertura da “1ª Copa Delice Farias”, realizada no Centro Municipal de Educação Básica Dona Delice Farias, no Bairro São José.

O torneio acontece nas modalidades de vôlei e futsal, nos dias 12 a 16 de dezembro, na quadra poliesportiva da escola.

O evento faz parte do projeto social “Educação e Segurança nas Escolas”, idealizado pela Polícia Civil em parceria com a Prefeitura de Barra do Garças, por meio da Secretaria Municipal de Educação, bem como conta com o apoio do Rotary Club.

O projeto social “Educação e Segurança nas Escolas”, tem como objetivo resgatar crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, além de afastar o público-alvo (alunos de 11 a 14 anos) da violência e das drogas.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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