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Polícia Civil lamenta falecimento de investigador de Tangará da Serra

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A Polícia Civil lamenta o falecimento, neste domingo (29.12), do investigador de Polícia, Augusto Renato Magri Arantes, lotado na Divisão de Repressão a Entorpecentes da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra.

Querido por todos, o policial era reconhecido pela sua dedicação e compromisso com a instituição e combate ao crime, sendo exemplo de profissionalismo e determinação no cumprimento de suas missões.

O cortejo sairá às 10 horas da Capela Santa Cruz, onde o policial civil é velado desde o início da manhã desta segunda-feira (30.12).

Aos familiares, colegas e amigos do investigador, a Polícia Civil e todo seu corpo diretivo estende condolências por esse momento doloroso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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