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Polícia Civil de MT participa de intercâmbio com órgãos públicos no Pará

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A Polícia Civil de Mato Grosso, representada pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), participou do intercâmbio no Estado do Pará, realizado com a Polícia Civil e Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará.

O evento aconteceu entre os dias 18 a 20 de setembro, na cidade Belém, e reuniu servidores da Dema (MT), da Delegacia Especializada do Meio Ambiente e Proteção Animal (PA) e da SEMAS.

O intercâmbio teve como objetivo conhecer a estrutura jurídica, física, tecnológica, procedimental de operações e de inteligência utilizada pela Polícia Civil do Pará, além das políticas públicas ambiental e de inteligência utilizada pela SEMAS.

O Estado do Pará possui extenso território com áreas protegidas e de Unidades de Conservação Estadual e Federal, bem como a cidade de Belém será sede da COP 30 (Conferência das Partes sobre o Clima) em 2025, razão pela qual está ainda mais voltada para as questões ambientais.

Durante o encontro os policiais civis mato-grossense visitaram a Diretoria Geral da Polícia Civil do Pará, onde foram pontuadas as boas práticas da “Operação Curupira”, deflagrada pelas forças de segurança e de fiscalização do Pará.

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A exemplo, a “Operação Curupira”, resultou no fortalecimento do rigor no combate aos ilícitos ambientais em regiões identificadas como áreas críticas.

Conforme a delegada titular da Dema, Liliane Murata, o intercâmbio teve grande importância, pois Mato Grosso está em fase de expansão e crescimento, além de ter similaridade em biomas e na prática dos infratores que cometem ilícitos ambientais.

“Precisávamos conhecer o que o Pará tem feito para coibir os crimes contra a flora, fauna, poluição, patrimônio público, entre outros. O intercâmbio nos trouxe uma percepção de que estamos no caminho certo e em constante aprendizado. Buscando o que está dando certo no órgão parceiro para aperfeiçoar os métodos investigativos, administrativos e procedimentais realizados pela Dema, objetivando um único fim que é o combate ao ilícito ambiental”, disse a delegada.

Liliane Murata também destacou sobre a necessidade de desenvolver estratégias que garantam o desenvolvimento sustentável, e isso também está ligado a investigação e a persecução penal no combate aos ilícitos ambientais.

Além dos servidores da Dema, participaram do intercâmbio a Delegada-Geral Adjunta da Polícia Civil do Pará, o Diretor de Polícia Especializada da Polícia Civil do Estado do Pará, Delegados de Polícia, Titular e Adjuntos ligados a DEMAPA, a Secretária de Meio Ambiente e Sustentabilidade em exercício do Estado do Pará, o Delegado de Polícia e Coordenador da Unidade da Inteligência, o Diretor de Fiscalização Ambiental, a Coordenadora do Centro Integrado de Monitoramento Ambiental da SEMAS do Pará, investigadores e escrivães da Polícia Civil ligados a DEMAPA e servidores da SEMAS do Pará.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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