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Polícia Civil e Vigilância Sanitária de Cuiabá fiscalizam empresa de espetinhos na Capital

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A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e a Vigilância Sanitária de Cuiabá realizaram uma ação conjunta, nesta segunda-feira (13.03), para apurar denúncias em uma empresa de produção de espetinhos na região do Coxipó, em Cuiabá.

Durante a fiscalização, policiais civis e fiscais encontraram diversas irregularidades sanitárias, como o alvará vencido e a falta de inspeção e de registro no Serviço de Inspeção Sanitária Estadual, do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea).

 

Os fiscais ainda analisaram o uso de corante nos produtos cárneos fabricados pela empresa que, a princípio, seria permitido, mas que pode estar sendo utilizado de forma indevida. Outro ponto analisado foi a falta de informações sobre os produtos utilizados na fabricação da linguiça, que é comercializada pela indústria já em forma de espetinhos.

Foi a primeira vez que o estabelecimento passou por fiscalização. Os produtos não foram apreendidos em razão da grande quantidade encontrada no local e por possuírem o registro do frigorífico de origem, estando próprias para o consumo direto em restaurantes. Contudo, os responsáveis pelo local foram proibidos de empregar a matéria-prima na fabricação de espetos e orientados a se regularizarem perante o Serviço de Inspeção Sanitária Estadual.

 

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A Polícia Civil instaurou procedimento investigatório para apurar se os produtos estavam impróprios para o consumo humano, o que pode caracterizar crime contra as relações de consumo, com pena de até cinco anos de prisão e multa.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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