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Polícia Civil cumpre prisão preventiva de traficante em Peixoto de Azevedo

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Peixoto de Azevedo (691 km ao norte de Cuiabá), cumpriu mandado de prisão preventiva contra um homem investigado pela atuação com o comércio de drogas no município.

Nas investigações, foram levantados indícios de que o suspeito atuava no comércio de entorpecentes na modalidade delivery.

Em uma situação, no dia 11 de junho, o investigado conseguiu fugir de uma abordagem da Polícia Militar no momento em que fazia a entrega de drogas, utilizando seu veículo VW Gol. Na fuga, o suspeito deixou para trás o veículo, onde foram encontradas drogas e munições.

Ele também é apontado como o proprietário da droga encontrada no forro de uma academia em Peixoto de Azevedo, no dia 12 de junho. O fato levou à prisão do dono da academia e do filho do investigado.

Diante dos elementos colhidos durante as investigações, o delegado de Peixoto de Azevedo, Geordan Fontenelle representou pelo mandado de prisão preventiva do investigado, que foi deferido pela Justiça e cumprido na quinta-feira (09.08), pela equipe da Polícia Civil.

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Após o cumprimento do mandado de prisão, o traficante foi encaminhado para o Centro de Detenção de Peixoto de Azevedo, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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