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Polícia Civil cumpre prisão de foragido de Rondônia que deu nome falso para internação em hospital

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A equipe da Gerência Estadual de Polinter e Capturas da Polícia Civil (Gepol) cumpriu nesta quarta-feira (17.01) o mandado de prisão de um foragido da Justiça que estava utilizando nome falso para internação em um hospital de Cuiabá.

Ueliton Musgrave Teixeira., de 39 anos, foi condenado pela Comarca de Porto Velho pelos crimes de tráfico de drogas, furto e receptação, e estava com mandado de prisão de recaptura expedido pelo Poder Judiciário de Rondônia.

A equipe da Polinter recebeu a informação de que o foragido estava internado no Hospital Universitário Júlio Müller utilizando nome falso.

Em diligências no local, os investigadores apuraram que a pessoa internada usava o nome de Eder Rodrigues e deu entrada na UTI do hospital em dezembro passado. Quando foi internado, ele alegou que seus documentos teriam sido extraviados e foi solicitada à Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec-MT) a coleta das impressões digitais no hospital a fim de confeccionar um novo registro geral.

As impressões digitais foram analisadas pela Politec-MT e confrontados os registros encontrados com os dados fornecidos pelo criminoso e confirmou, de acordo com a identidade emitida em Rondônia, a real identidade dele. A análise das digitais foi confirmada também na perícia realizada pela Polícia Federal de Mato Grosso no Sistema Multi Biométrico de Identificação, de abrangência nacional.

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A Polinter deu cumprimento ao mandado de prisão no hospital, onde o criminoso segue internado sob custódia policial.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil mira grupo de traficantes que transportava drogas ocultadas em eletrodomésticos

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (2.6), a Operação Frete Frio, que mira um grupo criminoso suspeito de transportar drogas para outros estados escondidas em eletrodomésticos enviados por transportadoras. A ação cumpre ordens judiciais e busca interromper o esquema investigado pelas forças de segurança.

Na operação, são cumpridos três mandados de prisão preventiva, três mandados de busca e apreensão domiciliar e medidas de bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros até o limite de R$ 400 mil por investigado. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá.

As medidas foram decretadas com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e são cumpridas nas cidades de Cuiabá, onde estão concentrados dois dos alvos, e em Aparecida de Goiânia (GO).

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio das equipes da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso e da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil de Goiás.

Descoberta do esquema

A investigação foi iniciada em 27 de abril deste ano, após a apreensão de aproximadamente 15 quilos de cocaína ocultada no interior de um climatizador de ar despachado de Cuiabá com destino ao Estado de Goiás. O entorpecente estava dividido em 14 tabletes envoltos em fita adesiva e acondicionado dentro do eletrodoméstico. Posteriormente, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou tratar-se de cocaína.

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Em continuidade às investigações, os policiais da Denarc identificaram o responsável pelo despacho da encomenda em uma empresa de transporte localizada em Cuiabá. Por meio de imagens do circuito de monitoramento e comprovantes de pagamento via Pix, foi possível identificar um dos integrantes do grupo, apontado como responsável pelo envio da carga ilícita.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As investigações também revelaram que o climatizador utilizado para ocultar a droga foi adquirido por outro integrante do grupo, que teria realizado a compra do equipamento e solicitado a emissão da nota fiscal em nome de um terceiro investigado, morador de Aparecida de Goiânia (GO) e apontado como destinatário da encomenda.

“Os investigados atuavam na logística do transporte interestadual da droga, utilizando o envio de mercadorias e eletrodomésticos como mecanismos para ocultar os entorpecentes e dificultar a fiscalização policial”, explicou o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho.

Nome da operação

O nome “Frete Frio” faz referência ao método empregado pelo grupo criminoso, que utilizava equipamentos de climatização e o serviço regular de transporte de cargas para dissimular a movimentação de drogas entre estados, conferindo aparência de legalidade à atividade ilícita.

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Operação Pharus

A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, inserida no Programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento das facções criminosas em todo o Estado.

Renarc

A investigação também integra os trabalhos da sexta fase da Operação Narke, da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc).

A rede reúne os delegados titulares das unidades especializadas e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para definir estratégias de enfrentamento ao narcotráfico em todo o país.



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