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Operação Loki prende três investigados por envolvimento em homicídio em Matupá

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (11.05), em Matupá, no norte do estado, a Operação Loki, para cumprimento de seis ordens judiciais, sendo três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão contra alvos investigados por homicídio.

As investigações visam esclarecer um homicídio qualificado ocorrido no mês de abril deste ano, na zona rural do município de Matupá. A vítima, Railson Conrado da Silva, de 24 anos, foi morta com requintes de crueldade, teve parte do corpo desmembrada e ocultado em uma mata nos fundos de uma residência na Gleba União, zona rural do município.

No dia que o corpo foi localizado, um suspeito de envolvimento no crime foi conduzido pela Polícia Militar e autuado em flagrante na Delegacia de Matupá.

Com o avanço das investigações realizadas pela Polícia Civil foram identificados os demais envolvidos no crime e o delegado Waner dos Santos Neves representou pela decretação da prisão temporária dos suspeitos.

Um mandado foi cumprido na zona rural de Matupá e outra na cidade, da mulher da vítima. Um terceiro alvo da operação foi preso na zona rural de Colíder.

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Participaram da operação policiais civis das Delegacias: Regional de Guarantã do Norte, municipal de Guarantã do Norte, Matupá, Peixoto de Azevedo, Colíder e Terra Nova do Norte.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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