POLÍCIA
Operação integrada prende 12 em flagrante e apreende armas e drogas
POLÍCIA
A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira (25.01), em Cáceres, a Operação Asfixia para cumprimento de mandados judiciais contra pessoas investigadas pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio, entre outros delitos ocorridos no município.
Doze pessoas foram presas em flagrante, sendo que contra três delas também foram cumpridos mandados de prisão. Todos são investigados por crimes ocorridos no município, entre eles, o que vitimou o soldado do Exército, Thiago de Brito Almeida, de 19 anos, ocorrido no último sábado.
As forças de segurança apreeenderam até o momento, durante as buscas, 14 tabletes de maconha, porções individuais de entorpecentes, cinco armas de fogo, munições e um veículo.
A operação conta com a participação do 6a Comando da Polícia Militar, Exército Brasileiro, Polícia Federal, Gaeco, Gefron, Corpo de Bombeiros e das unidades da Polícia Civil – Delegacia de Cáceres, Defron, Gerência de Operações Especiais e Gerência de Combate ao Crime Organizado.
De acordo com o delegado regional de Cáceres, Alex de Souza Cuyabano, todos os presos nesta terça-feira têm passagens criminais e são ligados a facção criminosa. “Os materiais apreendidos, como as armas e o veículo, provavelmente são os mesmos utilizados na prática dos crimes”, explicou.
Os investigados serão autuados em flagrante por associação criminosa, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.
A operação está em andamento e as forças de segurança continuam com o cumprimento de mandados de buscas em diversos pontos da cidade.
Homicídio
O soldado Thiago Almeida foi alvejado por disparos de arma de fogo, na noite do último sábado (22.01), em uma praça do bairro Cohab Nova, em Cáceres. Conforme a apuração da Polícia Civil, cinco ocupantes de um veículo Corsa preto dispararam contra a vítima. Na quadra de esportes da praça foram localizadas cápsulas de arma de calibre 9mm.
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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