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Carga de soja roubada na região de Campo Verde é recuperada pela Polícia Civil

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Uma carga de soja avaliada em R$ 180 mil foi recuperada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (13.05), em Campo Verde. O produto foi roubado na Serra de São Vicente, conforme registro da ocorrência feito pela Polícia Rodoviária Federal.

A equipe da Delegacia de Campo Verde fez diligências e localizou a soja em uma empresa algodoeira do município.

Os investigadores apuraram que o veículo seguiu até Campo Verde e ficou um período parado próximo da algodoeira. Em checagem na empresa, a equipe policial percebeu rastros dos grãos no local e nos fundos da algodoeira foi localizada a carga.

Os responsáveis pela empresa foram encaminhados à delegacia para prestar esclarecimento. Na quinta-feira, um dos funcionários da algodoeira declarou que recebeu o pedido de uma pessoa por telefone informando se poderia deixar uma carga de soja na empresa, que depois iria ao local para apresentar a nota fiscal e dar a destinação.

A Delegacia de Campo Verde instaurou investigação para apurar o roubo.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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