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Mulher condenada por roubo e tráfico de drogas é presa pela Polícia Civil em Barra do Garças

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A Polícia Civil prendeu uma mulher, de 31 anos, foragida da Justiça por condenação pelos crimes de tráfico de drogas e roubo qualificado, nesta segunda-feira (17.2), em Barra do Garças (a 520 km de Cuiabá).

A ação foi conduzida pela equipe de investigação da Central de Flagrantes de Barra do Garças, após receber uma denúncia anônima que levou à localização da suspeita, no Centro da cidade.

A mulher já havia cumprido parte da pena e foi colocada em liberdade condicional, mas teve novo mandado de prisão decretado para cumprimento de pena de 10 anos, 3 meses e 28 dias de reclusão em regime fechado.

A ordem de prisão foi decretada pela 2ª Vara Criminal de Canarana pela nova condenação, transitada em julgado (sem possibilidade de recurso), por roubo e tráfico de drogas. Por meio de uma denúncia anônima, a Polícia Civil localizou a condenada, foi até seu endereço e cumpriu o mandado.

A mulher será encaminhada à Cadeia Pública Feminina de Nova Xavantina, onde permanecerá à disposição da Justiça para o cumprimento do restante de sua pena.

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“Ações como essa são fundamentais no combate ao crime e a colaboração da sociedade, por meio de denúncias, é muito importante para garantir maior eficácia na segurança pública”, declarou o delegado Adriano Alencar.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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