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Inscrições para 7º Corrida do Bope da Polícia Militar seguem abertas

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Seguem abertas as inscrições para a 7º Corrida do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar de Mato Grosso. As provas acontecem nos dias 11 e 12 de fevereiro de 2023, nas categorias kids e adultos. As inscrições podem ser realizadas no site morro-mt.

Para esta edição, os valores para as inscrições, com direito a kit de corrida, das categorias adulto e de policiais militares, estão a partir de R$ 120,00. Para os corredores mirins, os valores estão fixados em R$ 85,00. As inscrições podem ser realizadas até o mês de janeiro ou até a totalidade de preenchimento das vagas.

A última edição da prova foi realizada em fevereiro deste ano e reuniu mais de 3,5 mil corredores. Os atletas competem em trajetos de cinco e dez quilômetros. Os percursos contam com largadas e chegadas no Quartel do Bope, localizado na avenida Historiador Rubens de Mendonça.

Os vencedores das categorias adulto e policiais militares, nos percursos de cinco e dez quilômetros, receberão premiação em dinheiro e troféu.

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Demais informações sobre o evento e a inscrição para a prova podem ser realizadas clicando aqui. As vagas são limitadas.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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