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Homem que matou companheira em 1998 é preso pela Polícia Civil em Cáceres

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Um homem, que matou a companheira a facadas no ano de 1998, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (27.03), na cidade de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá), após ser localizado em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá.

O crime ocorreu no dia 27 de março de 1998 em Cuiabá, ocasião em que o feminicida matou sua companheira Almira Olaria da Silva com diversos golpes de faca. Durante o período que estava foragido, o suspeito trocou de identidade e residiu em várias cidades e estados.
Nas últimas semanas, os policiais civis da DHPP Cuiabá receberam informações que o réu estaria na Capital e passaram a realizar diligências para localizá-lo e prendê-lo.

Na última sexta-feira, o Núcleo de Inteligência da DHPP, verificou que o foragido possivelmente estaria na cidade de Cáceres, sendo pedido apoio aos policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia do município no cumprimento da prisão.

Com base nas informações, nesta segunda-feira (27), o feminicida foi localizado e teve a ordem de prisão cumprida no terminal rodoviário de Cáceres. Ele foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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