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Polícia Civil ministra o II° Curso de Formação de Instrutor de Tiro Policial – Método Giraldi

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Iniciou nesta segunda-feira (21.02), em Cuiabá, o II° Curso de Formação de Instrutor de Tiro Policial – Método Giraldi, ministrado pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Gerência de Operações Especiais (GOE).

São 15 alunos, entre policiais civis e militares de Cuiabá e interior do estado, que fazem parte da turma do curso realizado sob a supervisão da Academia de Polícia (Acadepol). A capacitação acontece na GOE, no período de 7 semanas e carga horária de 370 horas/aulas.

Os alunos receberão instruções teóricas e práticas acerca de armamento, munições, tiro policial, tecnologia menos que letal e Método Giraldi, além do processo didático-pedagógico para a atuação como instrutores destes conteúdos.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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