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Fugitivo da Cadeia Pública do Estado de Goiás é recapturado pela Polícia Civil de MT

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Um dos quatro reeducandos que fugiram da Unidade Prisional de Mineiros, Estado de Goiás, foi recapturado pela Polícia Civil de Mato Grosso, na quarta-feira (19.3), no município de Alto Araguaia (415 km ao sul de Cuiabá).

Com o mandado de prisão expedido pelo juízo da Comarca de Mineiros (GO), o foragido, de 19 anos, foi surpreendido pelos policiais civis na Rodovia MT 100, nas proximidades do Parque de Exposição de Alto Araguaia.

A localização do reeducando foi possível após informações repassadas aos investigadores pelo serviço de inteligência policial. Na abordagem, o jovem confirmou que era fugitivo de Goiás, sendo então conduzido para a Delegacia de Alto Araguaia.

Após as providências cabíveis em cumprimento a ordem judicial, ele foi encaminhado para Cadeia Pública de Alto Araguaia, ficando à disposição do Poder Judiciário para ser recambiado ao Estado de Goiás.

A fuga

No dia 10 de março, quatro presos com extensas fichas criminais conseguiram fugiu do estabelecimento prisional de Mineiros.

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Os fugitivos respondem pelos crimes de homicídios, tráfico de drogas, roubo, entre outros.

Desde então as forças de segurança pública de Goiás e Mato Grosso Grosso vinham realizando diligências para recapturar os fugitivos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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