POLÍCIA
Coronel assume Comando de Policiamento Especializado da Polícia Militar
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Coronel Edvan Manoel de Azevedo, de 52 anos, assumiu a função de comandante do Comando de Policiamento Especializado da Polícia Militar (Cesp) na noite desta quinta-feira (3), em Cuiabá. A solenidade de transmissão de função foi realizada no pátio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).
Coronel Jonildo José de Assis, que presidiu o ato solene, agradeceu o antigo comandante, José Nildo, e deu as boas-vindas ao comandante coronel Edvan, que já chegou a comandar o Cesp, em 2019, e agora retorna à unidade.
O comandante Edvan recebeu a função do coronel José Nildo de Oliveira, que comandou a unidade da instituição por um ano. Coronel José Nildo ao se despedir agradeceu a confiança do Comando Geral e destacou todo o trabalho realizado em sua gestão à frente do Cesp.
“Sou muito grato ao coronel Assis que me confiou vários desafios dentre os quais o horando Comando Especializado. Essa importante unidade não é nada sem essa excelente equipe”, disse o coronel José Nildo.
Coronel Edvan ingressou na Polícia Militar no ano de 1994. É bacharel em Segurança Pública pela Academia de Polícia Militar Costa Verde, foi promovido ao último posto da PM (coronel) em abril de 2017. Foi comandante–adjunto do 1º CR, chefe de gabinete do Comando Geral da PM, comandante do 1º CR, comandante do Cesp em 2019 e Assessor Institucional.
O Cesp é responsável pelas unidades especializadas da PM: Batalhão Rotam, Cavalaria, Batalhão de Operações Policiais Especiais, Batalhão Ambiental e Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário.
Participaram da solenidade o comandante–adjunto geral da PM, coronel Daniel Lipi Alvarenga, comandante subchefe de Estado Maior Geral, Carlos Eduardo Pinheiro da Silva, o diretor de Gestão de Pessoas da Polícia Militar (DGP), coronel Paulo Cesar, comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa da PM (Deip), dentre outras autoridades militares e civis.
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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