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PRF apreende mercadorias sem nota fiscal em ação conjunta com o Exército

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No final da manhã de ontem, a Polícia Rodoviária Federal em ação conjunta com o Exército Brasileiro realizou uma apreensão de diversas mercadorias sendo transportadas sem nota fiscal.

Durante uma fiscalização na Unidade Operacional no município de Cáceres, foi abordado um veículo prata, conduzido por um homem. Dentro do automóvel, foram encontrados mais de 550 produtos diversos, óculos, relógios, colares, carregadores de celular, carteiras, cintos e um saco com várias peças de roupas e máscaras de proteção.

Indagado sobre os produtos, o condutor do veículo afirmou que adquiriu as mercadorias na região do Braz em São Paulo em novembro do ano de 2021, porém não tinha nenhum documento fiscal atestando a origem e licitude dos produtos.

Diante dos fatos, ficou constatado, a princípio, a ocorrência de transporte de mercadoria nacional sem nota fiscal.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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