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Batalhão Ambiental prende dupla por desmate ilegal e apreende máquinas e munições

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O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental prendeu duas pessoas por crimes contra o meio ambiente e porte ilegal de arma de fogo, em uma propriedade rural, localizada no município de Diamatino (182 km de Cuiabá). 
 
Durante ação, os policiais apreenderam uma máquina tipo esteira, amarela, uma espingarda calibre .32, um rifle calibre .22, um carregador cal. 22 com capacidade para 18 munições e 16 cartuchos cal. 32 intactos. 
 
Os policiais ainda localizaram cinco cartuchos cal. 32 deflagrada, dois cartuchos cal.20 intacta e 68 munições cal. 22 intactas.
 
Conforme informações do boletim de ocorrência, no último sábado (16.07), os policiais foram acionados para atender uma ocorrência de desmatamento ilegal em uma propriedade rural. Chegando no local, os militares foram recebidos pelos suspeitos, que alegaram ser contratados para fazer a cerca no local.
 
A dupla ressaltou que foi autorizado o desmate, no entanto eles não possuiam a documentação dos órgãos competentes. Durante varredura no local, os policiais apreenderam o equipamento, as armas de fogo e as munições. 
 
Os suspeitos e o material foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 
 
 
Disque-denúncia  
 
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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