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Autor de homicídio brutal em Cotriguaçu é preso pela Polícia Civil

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Policiais civis de Cotriguaçu cumpriram nesta terça-feira (26.09) o mandado de prisão do autor de um homicídio ocorrido há um mês, em uma via pública da cidade. A vítima foi brutalmente morta com pancadas desferidas com um pedaço de madeira.

O crime que vitimou Fábio Czernek, de 39 anos, ocorreu no dia 25 de agosto deste ano, por volta das 16 horas, no centro de Cotriguaçu. O autor do crime abordou a vítima, qu seguia de bicicleta pela via pública, ambos discutiram e depois entraram em luta corporal.

O homicídio chocou a população da cidade pela crueldade e frieza demonstradas pelo autor, que usou um pedaço de madeira e desferiu aproximadamente 20 golpes na cabeça da vítima. Fábio morreu no local. Após o crime, J.C.D.S., de 53 anos, fugiu para uma região de mata.

A Polícia Civil representou pela prisão do autor, na sequência da investigação, que foi expedida pelo juízo da comarca local. Ele responderá a homicídio qualificado por meio cruel e motivo fútil.

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O autor do homicídio foi encontrado nesta terça-feira, pela equipe de investigação, em um bar do município, e encaminhado para a delegacia, onde foi interrogado. Em seguida, ele foi para uma unidade do Sistema Penitenciário, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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