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Polícia Civil cumpre 29 mandados de buscas e prisões para desarticular roubos e furtos de motocicletas na região metropolitana

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), deflagrou na manhã desta quinta-feira (17.02), a Operação Avalanche para cumprimento de 28 ordens judiciais contra uma organização criminosa envolvida com prática de roubos e furtos de veículos, especialmente motocicletas, cometidos na região metropolitana. 

As ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e 26 de busca e apreensão, são cumpridas especialmente em estabelecimentos comerciais de venda peças e acessórios para motocicletas da região metropolitana. 

As investigações iniciaram em outubro de 2020, após uma ação que resultou em quatro pessoas presas em flagrante e na apreensão de cinco veículos. 

A deflagração da Operação Avalanche tem o objetivo de desarticular a organização criminosa, reprimindo indiretamente a criminalidade violenta e difusa, buscado provas relacionadas aos crimes de receptação qualificada, adulteração de sinais identificadores veiculares, uso de documentos falsos, falsidade ideológica, estelionatos e lavagem de dinheiro.

O delegado titular da DERFVA, Gustavo Garcia Francisco, responsável pelas investigações fala sobre a operação, nesta quinta-feira (16), às 10 horas, na Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos, localizada na Avenida Doutor Hélio Ribeiro nº. 1000 (anexo a sede do Detran), bairro Paiaguás   

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Participam da operação 120 policiais civis com participação das equipes da DERFVA, Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Delegacia de Estelionato, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO),  Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), Gerência Estadual de Polinter (Gepol), Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), 1ª, 2ª e 3ª Delegacias de Várzea Grande, Derf Várzea Grande, Delegacia de Poconé e Delegacia de Rosário Oeste.

Fonte: PJC MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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