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Vitor Hugo deixa Sejus e Valter Furtado assume o cargo

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O delegado Vitor Hugo Teixeira deixou o comando da Secretaria de Estado de Justiça, nesta quarta-feira, dia 11 de fevereiro. Ele foi o responsável pela pasta desde a sua recriação, em janeiro de 2025.

A saída do cargo foi a pedido do próprio delegado, que durante o exercício da função conseguiu ampliar o número de vagas do sistema prisional, foi o responsável pela realização de 954 operações nas unidades prisionais, além da redução de fugas em 29%, entre 2024 com 2025.

Na tarde desta quarta-feira, o governador Mauro Mendes e o vice Otaviano Pivetta conversaram com o delegado e agradeceram por toda a dedicação ao trabalho.

Quem irá assumir a função de secretário de Justiça será o também delegado Valter Furtado, que estava como adjunto de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública.

Valter será nomeado no cargo no próximo dia 18 de fevereiro, após o feriado de carnaval.

O novo secretário

É graduado em Direito pela Universidade Estadual de Londrina–UEL(2004), pós-graduado em Direito Penal e Processo Penal(2011) pela Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso e em Gestão de Segurança Pública (2017) pela Escola de Governo também em Mato Grosso. Ingressou na Polícia Judiciária Civil(PJC-MT) como delegado em 2007, aprovado em concurso.

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Exerceu as atividades na Delegacia Municipal de Brasnorte e Sapezal, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos em Cuiabá e no Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), onde ocupou a função de supervisor geral, sendo comandante de helicóptero, instrutor de voo e checador credenciado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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