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Operação Lei Seca fiscaliza 786 veículos e leva 57 condutores a prisão por embriaguez ao volante

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A Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) aderiu, neste fim de semana, à Operação Nacional Lei Seca, promovida de forma simultânea em 20 estados. No estado, as ações foram intensificadas nos oito maiores municípios, com foco na fiscalização e na prevenção de acidentes de trânsito.

A ação resultou na fiscalização de 786 veículos e detenção de 57 condutores por embriaguez ao volante, conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) divulgado nesta segunda-feira (30.3).

Ao todo foram expedidos 456 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 102 por conduzir sob efeito de álcool e 36 recusas ao teste de alcoolemia. Além de, 80 autuações por conduzir veículo sem habilitação e 78 sem registro ou não licenciado.

Do total de veículos fiscalizados, 253 foram autuados e 178 removidos.

A ação nacional foi executada na última sexta-feira (27), de forma simultânea em oito dos principais municípios de Mato Grosso: Cuiabá, Sinop, Sorriso, Cáceres, Tangará da Serra, Nova Mutum, Alta Floresta e Rondonópolis.

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A ação contou com efetivo de 518 agentes de segurança pública e trânsitos estaduais e municipais.

A Operação Lei Seca é uma ação realizada em parceria com os municípios juntamente com a Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros Militar, Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Departamento de Trânsito e Guardas Municipais.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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