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Maluf reforça atuação preventiva nas contas de Confresa e avalia sustentabilidade de hospital municipal

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Conselheiro Guilherme Antonio Maluf recebeu o prefeito Ricardo Aloísio Babinsk. Clique aqui para ampliar

Diante dos riscos ao equilíbrio fiscal e da pressão crescente sobre a saúde pública regional, o conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Guilherme Antonio Maluf intensificou o acompanhamento das contas anuais de Confresa, com foco na dívida municipal e na sustentabilidade do Hospital Municipal Lauro Prestes.

Relator das contas do município, o conselheiro recebeu o prefeito Ricardo Aloísio Babinski, que destacou a relevância da unidade hospitalar, que atende a população de municípios da Região Norte do Araguaia, o que amplia as demandas assistenciais e os desafios de financiamento.

“Nosso papel é atuar de forma preventiva, orientando os gestores e acompanhando os indicadores fiscais para evitar o agravamento de desequilíbrios e assegurar a continuidade dos serviços essenciais, especialmente na área da saúde”, afirmou o conselheiro Guilherme Maluf. 

Como encaminhamento, foram indicadas providências técnicas para aprofundamento das análises, com vistas ao aprimoramento da gestão fiscal e à preservação do interesse público. Em 2025, o TCE-MT emitiu parecer prévio favorável com ressalvas à aprovação das contas de governo de Confresa referentes ao exercício anterior em razão da constatação de pequeno déficit orçamentário global e de indisponibilidades financeiras para cobertura de restos a pagar.

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Fonte: TCE MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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