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Comarca de Paranatinga abre seletivo para profissionais de Fisioterapia e Psicologia

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A Comarca de Paranatinga abriu processo seletivo para credenciamento de profissionais das áreas de Fisioterapia e Psicologia. O prazo final para o período de inscrições foi prorrogado pelo Edital n. 7/2023 para o dia 7 de junho.
 
A inscrição deverá ser realizada, exclusivamente, por meio do endereço eletrônico https://pav.tjmt.jus.br/. No item Protocolo de Destino, o candidato ou a candidata deve selecionar o item “comarca” e escolher “Paranatinga”.
 
São requisitos para o credenciamento ser maior de 21 anos, não possuir antecedentes criminais, não exercer cargo público inacumulável, não ter credenciamento anterior com o Poder Judiciário Estadual ou estar descredenciado há, no mínimo, um ano, ser graduado em Fisioterapia ou Psicologia e ter registro no conselho regional da respectiva área profissional.
 
O processo de seleção dos candidatos inscritos será realizado por meio de análise de currículo, efetuada pela Comissão de Apoio ao Processo Seletivo. A comissão é composta pelo juiz-diretor do foro, Fabricio Sávio da Veiga Carlota, pela gestora-geral, Alciene Aparecida Nunes Sacramento e pela gestora administrativa Tânia Maria Ferreira Signor.
 
O prazo de validade do processo seletivo será de dois anos, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.
 
O requerimento de inscrição, ficha cadastral e declarações estão em anexo ao Edital n. 4/2023, assinado pelo juiz Fabricio Sávio.
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Dia da Imprensa, a força da informação em tempos de transformação

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Hoje, 1º de junho, o Brasil celebra o Dia da Imprensa. Para mim, essa é uma data que vai além da homenagem a profissionais e veículos de comunicação. É um momento de reafirmar valores fundamentais para a democracia: a liberdade de expressão, a independência editorial e o compromisso com a verdade.

Vivemos um tempo em que redes sociais, inteligência artificial e influenciadores digitais transformaram o modo como nos comunicamos. Muitos chegaram a prever o fim da imprensa tradicional. A realidade demonstra o contrário: nunca foi tão necessária uma imprensa profissional, independente e comprometida com os fatos.

Desde a invenção da prensa por Johannes Gutenberg, no século XV, a humanidade vivenciou uma revolução intelectual sem precedentes. O conhecimento deixou de ser privilégio de poucos e passou a alcançar milhões de pessoas. Jornais, revistas e livros transformaram sociedades, estimularam o pensamento crítico e contribuíram para derrubar barreiras impostas pela ignorância e pela manipulação.

Mais de cinco séculos depois, a essência dessa missão permanece inalterada. A imprensa fiscaliza o poder, revela injustiças, denuncia irregularidades, amplia o debate público e garante ao cidadão o direito de conhecer a realidade dos fatos.

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Um dos maiores desafios do jornalismo contemporâneo é a banalização da informação. O problema surge quando opiniões passam a ser confundidas com notícias, quando narrativas substituem fatos e quando o compromisso com a audiência se sobrepõe ao compromisso com a verdade.

Diferentemente de um criador de conteúdo, o jornalista assume responsabilidades éticas específicas. Sua atividade exige apuração rigorosa, checagem de informações e responsabilidade pública. O jornalismo profissional não pode se orientar apenas por curtidas ou tendências momentâneas. Sua principal matéria-prima continua sendo a credibilidade.

É por isso que, apesar das dificuldades, o bom jornalismo resiste. Resiste nas redações que produzem informação de qualidade mesmo com equipes reduzidas. Resiste nos veículos locais que dão voz às comunidades frequentemente esquecidas. Resiste nos profissionais que enfrentam pressões para assegurar à sociedade o acesso à informação correta e confiável.

Em uma era marcada pelo excesso de informação, a missão da imprensa vai além de apenas informar. Hoje, ela também precisa auxiliar a sociedade a distinguir fatos de boatos, conhecimento de desinformação e realidade de propaganda. As sociedades mais livres são aquelas que valorizam o debate plural e o acesso ao conhecimento.

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Por isso, neste Dia da Imprensa, reafirmo meu compromisso com a liberdade de expressão e com o direito de cada cidadão de saber, compreender, questionar e participar da construção de um futuro mais justo, transparente e esclarecido. Defender uma imprensa livre não significa defender empresas de comunicação; significa defender a democracia.

*Max Russi é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT)



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