MATO GROSSO
Bombeiros localizam corpo de vítima de afogamento após três dias de buscas
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militares de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na tarde de terça-feira (4.3), o corpo de um homem que se afogou no Rio Lira, em Sorriso (a 398,2 km de Cuiabá). A vítima foi encontrada após três dias de operação de busca.
A equipe do 5º Batalhão de Bombeiros Militares (5º BBM) foi acionada ainda na tarde de domingo (2.3) por testemunhas do acidente. Segundo relatos, um homem estava tomando banho no rio e brincando de submergir e reaparecer em outro ponto.
No entanto, em determinado momento, seus amigos perderam contato visual com ele. Inicialmente, acreditaram que ele tivesse saído da água, mas, ao realizarem buscas pelas margens, não o encontraram e acionaram o Corpo de Bombeiros Militar. Uma equipe de mergulho foi mobilizada para o atendimento.
No local, os bombeiros militares iniciaram as buscas submersas com base nas informações sobre o último ponto em que a vítima foi avistada. Ao longo da operação, os militares trabalharam intensamente durante três dias, chegando a empregar um cão para reforçar as buscas em superfície. O corpo foi encontrado submerso a aproximadamente 1 km abaixo do último ponto de avistamento.
Após o resgate, a vítima foi entregue à Polícia Civil e à Perícia Oficial e Identificação Técnica do Estado (Politec) para as providências cabíveis.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Wilson Santos defende mais autonomia e garantias a servidores da Ager
O deputado estadual Wilson Santos (PSD) defendeu, durante sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quarta-feira (1º), o fortalecimento institucional da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager) e manifestou apoio à emenda supressiva apresentada pelas lideranças partidárias ao Projeto de Lei Complementar nº 21/2026 . A proposta retira do texto um dispositivo que permitiria às concessionárias contratar empresas privadas para fiscalizar os próprios serviços prestados, medida considerada prejudicial à atuação regulatória da agência.
Foi do parlamentar o projeto de lei que deu origem à Lei Estadual nº 7.101/1999 que criou a Ager, destacou que a agência exerce papel estratégico na fiscalização e regulação de serviços essenciais, como saneamento básico, rodovias, transporte coletivo, portos, gás canalizado, energia elétrica e telecomunicações. Para ele, a entidade precisa manter sua autonomia financeira, funcional e administrativa para atuar em defesa da população.
Durante o pronunciamento, Wilson Santos – que é dos parlamentares que garantiram 13 assinaturas da emenda proposta -, declarou que o projeto encaminhado pelo Poder Executivo não contempla as expectativas dos servidores da agência e defendeu mudanças que garantam maior independência aos profissionais responsáveis pela fiscalização. “Essa questão da Ager, o governo mandou para cá um projeto que não corresponde ao anseio dos servidores. E nós podemos ver agora, durante o processo de renovação da Energisa, o quanto a Ager precisa ser fortalecida. Tratar com uma gigante que fatura R$ 15 bilhões por ano exige uma instituição independente, autônoma, que não corra riscos de pressões de nenhum dos poderes, de nenhuma instituição e de nenhum governante”, declarou.
Ele também voltou a criticar a renovação da concessão da distribuidora de energia em Mato Grosso, ao lembrar que a Assembleia Legislativa se posicionou oficialmente contra a prorrogação do contrato por mais 30 anos. “A Energisa pinta e borda com o contribuinte mato-grossense. Esta Casa de Leis fez uma manifestação oficial contra a renovação por mais 30 anos da concessão. Mesmo assim, a Aneel deu parecer unânime pela renovação e o Ministério de Minas e Energia renovou. A Energisa ganhou, mas Mato Grosso perdeu. Temos que ter uma instituição como a Ager poderosa. É uma instituição de Estado, ela cuida dos interesses dos contribuintes”, manifestou o parlamentar.
Durante a sessão, o Projeto de Lei Complementar nº 21/2026 foi retirado da pauta de votação, a expectativa é que o texto seja rediscutido entre o Governo do Estado, Casa Civil, os parlamentares e os servidores da Ager. “Eu sei que a Ager é tolhida de exercer, na plenitude, as suas prerrogativas. Por isso, precisamos aprovar um projeto que efetivamente dê aos servidores da Ager imunidade e condições de exercer plenamente suas funções de fiscais do povo. Conte conosco”, concluiu Wilson Santos.
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