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Vanessa Lopes surta na casa do BBB 24 e colegas ficam preocupados: ‘Desistir’

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Parece que Vanessa Lopes não está aguentando a pressão de estar confinada no Big Brother Brasil 24. Chorando muito ao desabafar com os participantes, a influenciadora digital afirmou que gostaria muito de desistir do programa, porém, deu detalhes do motivo de não ter apertado o botão.

Na sala da casa, Vanessa falou com Beatriz e Alane sobre os participantes serem atores. “Eu já entendi o que é isso aqui, tá de boas. Gente, vocês são atores será? Meu Deus! Pra mostrar o pior de uma pessoa! É isso, linchamento coletivo. É por isso que o botão tá verde?”, disparou a famosa.

Na sequência, explicou por que não vai desistir do programa. “Eu não vou apertar! Eu não posso apertar, porque assinei o contrato”, afirmou Vanessa. “A casa está toda preocupada com você. Calma”, disse Marcus. “Vanessa, respira. Desistir não é uma opção”, avisou Alane.

Vanessa começou a chorar e chegou a citar Juliette, campeã do BBB 21. “Parece que todo mundo pegou nos meus gatilhos e fico parecendo uma Juliette. Eu não queria ser uma Juliette, gente!”, disparou a famosa. “Acho que você precisa falar com a psicóloga”, orientou Leidy.

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“Estou com medo, mas está tudo bem. Eu tô bem, real. Não precisa se preocupar, já aconteceu isso comigo na minha vida. Eu passei um ano […] Gente, é sério, eu tô bem”, desabafou a famosa. Os brothers acalmaram a sister e Vanessa disse que iria procurar o psicólogo do programa. Confira:

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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