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De biquíni de fita, Geisy Arruda promete mostrar marquinha: “Tá batendo um bolão!’
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A musa Geisy Arruda causou mais uma polêmica nas redes sociais durante a noite desta terça-feira (08), após garantir seu bronzeado para mais uma semana. Em clima de Copa do Mundo, a musa prometeu mostrar bem mais que a marquinha para os fãs e, claro, deu o que falar nas redes sociais!
A loira surgiu ostentando sua boa forma num biquíni de fita com as cores da bandeira do Brasil e prometeu exibir a marquinha se a Seleção levar o sexto título na Copa do Mundo do Catar. “Já pode começar a torcer? Só vem, Hexa! Eu já estou me preparando e vocês? Nunca mais chega dia 24”, escreveu a musa na legenda.
“Se o hexa vem eu não sei, mas que você tá batendo um bolão, tá… Com certeza”, brincou um seguidor da musa nos comentários do vídeo publicado em seu Instagram. “Se depender da sua beleza, a gente já ganhou a Copa”, disparou outro internauta. “A marquinha dela tá sempre em dia”, exaltou uma fã da musa. Confira:
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Fonte: TOP Famosos
CURIOSIDADES
Ensino da dança é tema de seminário nacional em Paracuru
Reflexões sobre os novos paradigmas do ensino da dança na contemporaneidade entram em pauta no Seminário Nacional de Dança de Paracuru, que reunirá, na cidade litorânea do Ceará, localizada a 90 km da capital Fortaleza, profissionais de diversas partes do país, entre artistas, professores, pesquisadores e pensadores dessa arte. O evento acontecerá no Centro Cultural Companhia de Dança de Paracuru, de 13 a 15 de agosto, com debates sobre corpo, tecnologia, presença e diversidade. As atividades são gratuitas e devem ser realizadas diretamente no local.
O Seminário integra a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), é realizado pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e pela Escola de Dança de Paracuru. Conta com apoio do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e produção da Associação de Bailarinos de Paracuru.
Eixos temáticos
Cinco eixos temáticos vão conduzir as discussões: “Desacelerar como gesto político”, “O corpo como pensamento”, “Tecnologia, poder e corpo”, “Presença, vínculo e política do encontro” e “Corpos diversos, técnicas plurais”. A proposta é tensionar tradição e reinvenção, presença e mediação, corpo e tecnologia, reafirmando o tempo próprio da experiência corporal como espaço de resistência e criação.
Convidados
O Seminário Nacional de Dança de Paracuru trará à cidade de Paracuru alguns dos mais proeminentes pensadores do ensino da dança no Brasil da atualidade. Entre os convidados confirmados estão nomes de destaque no cenário nacional, como Rousejanny Ferreira (Instituto Federal de Goiás), Robson Lourença (Universidade Anhembi Morumbi), Gilsamara Moura (Universidade Federal da Bahia – UFBA e Festival Internacional de Dança de Araraquara – FIDA), Daniela Amoroso (UFBA), Denise Parra (Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará – ICA/UFC), Ernesto Gadelha (Secult-CE), Isabelle Pitta Rocha (Universidade Federal de Alagoas – UFAL), além das professoras Cláudia Pires e Bilica Léo (Porto Iracema das Artes).
Para o bailarino e professor Flávio Sampaio, fundador da Escola de Dança de Paracuru e coordenador geral do evento, a realização do Seminário surge a partir da ideia de que o ensino da dança insiste em um tempo que não se acelera sem perdas, que não se reduz à lógica da eficiência e que não se resolve na esfera da compreensão intelectual. “O corpo precisa repetir, falhar, insistir. Precisa demorar”, defende. “Interessa-nos menos adaptar a dança ao ritmo do mundo e mais compreender o que a dança resiste em não se tornar. Há, no corpo que aprende, uma inteligência que não se apressa. Há, no gesto que se forma, um tempo que não se negocia”, acrescenta. A questão, segundo Flávio Sampaio, talvez não seja como ensinar mais rápido, mas como seguir ensinando aquilo que só o tempo pode revelar.
O seminário é uma oportunidade para profissionais e estudantes de dança compartilharem experiências, debates e práticas, contribuindo para a formação de um olhar crítico e contemporâneo sobre a arte da dança.
Sobre a Escola de Dança de Paracuru
Fundada em 2003 por Flávio Sampaio e reconhecida como Ponto de Cultura desde 2020, a Escola de Dança de Paracuru tem como missão formar bailarinos e capacitar profissionais da dança, com foco especial em crianças e jovens das classes populares. Com uma grade curricular de oito anos e mais de 2.400 horas/aula, a escola oferece cursos regulares e livres, promovendo não apenas a técnica, mas também o desenvolvimento humano, a consciência corporal e a reflexão crítica. Além da dança, os alunos têm contato com teatro, música, artes plásticas e história, recebendo uma formação cultural ampla e transformadora.
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