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Caramico comenta sobre seu estilo irreverente

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Nos palcos, o cantor e compositor expõe vestimentas e acessórios marcantes

Chapéu, brinco, unhas pintadas… O estilo de Caramico é um assunto à parte. Expoente na MPB, o cantor e compositor tem chamado a atenção por conta de seu visual irreverente e marcante. Para ele, que busca explorar sentimentos através da música, a imagem também é uma forma bastante eficiente de expressão. “Desde pequeno, tenho uma ligação muito forte com as artes visuais e, embora eu não seja um artista plástico, por exemplo, a minha forma de me expressar é através de como me visto, dos acessórios, das cores das unhas… Além de achar bonito, isso também faz parte da maneira que eu costumo ver a vida”, explica o artista, voz de “Não Importa o Lugar”. Recentemente, inclusive, a faixa autoral atingiu a marca de 100 mil plays no Spotify. “Sem palavras para descrever o que sinto. Meu coração transborda amor”, declara ele.

Embora seja um diferencial dentro do gênero musical, Caramico não tem medo de preconceito ou críticas. “Furei minha orelha aos oito anos. Antes, isso era visto de forma ruim, diferentemente de hoje em dia, apesar de ainda vivermos num universo machista. Então, aproveito algumas dessas características minhas para provocar meu público, pois penso que a arte tem essa abertura e efeito. A maneira como a gente se veste dialoga diretamente com a nossa personalidade”, pontua.

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Trabalhando em seu repertório autoral, ele tem explorado cada vez mais uma relação próxima com seus fãs. “Quando vou subir ao palco para me apresentar, penso em vários outros detalhes além da estética, mas, no geral, todas essas características também fazem parte da minha rotina, de quem eu sou”, conta.

*Assista* – Assista – https://www.youtube.com/watch?v=7htaYmEUfLY

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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