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Caçadores de Bons Exemplos: Uma Jornada de 13 Anos em Busca de Impacto Social Positivo

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Colecionando Histórias e Transformando Realidades

Os Caçadores de Bons Exemplos, em sua incrível jornada de 13 anos, atravessaram mais de 1 milhão de quilômetros, mapearam 6.800 projetos sociais por todo o Brasil, e compartilharam suas descobertas em 36 mini documentários e 300 palestras corporativas. O resultado? Um Best Seller com 120.000 livros distribuídos: “Caçadores de Bons Exemplos – Em Busca de Brasileiros que Fazem a Diferença”.

Novos Objetivos, Nova Jornada

Com objetivos renovados, os Caçadores iniciam uma nova jornada: conectar, unir e engajar para um futuro socialmente mais responsável. Iara Xavier, co-fundadora do projeto, destaca: “Todos, em sua singularidade, podem fazer a efetiva diferença na construção de um mundo melhor.”

Destaque: PUFV – Programa A União Faz a Vida

Uma história especial destaca-se: o PUFV – Programa A União Faz a Vida, da cooperativa Sicredi. A Sicredi Aliança PR/SP fez um convite especial ao casal, levando a “abelhinha” do PUFV a novos ares em Bebedouro – SP, a capital do cooperativismo no estado de São Paulo.

Transformação nas Escolas de Bebedouro

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O PUFV chegou às escolas municipais, introduzindo princípios de cooperação e cidadania. Eduardo Xavier enfatiza: “É um bom exemplo de impactos positivos de uma cooperativa na comunidade.”

Iara Xavier Inspira: “Embarque nesta grande viagem do Bem!”

Iara destaca os objetivos dos Caçadores: inspirar, conectar e valorizar aqueles que buscam soluções para construir um mundo melhor. Nessa jornada, acreditam que as ações positivas superam as negativas.

Para saber mais sobre essa jornada inspiradora, acompanhe nas redes sociais dos @cacadoresdebonsexemplos.

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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