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Ator Deo Garcez apresentou leitura no Rio de Janeiro na última semana

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Na última quinta (dia 11) o ator Deo Garcez apresentou a leitura dramatizada do texto teatral de seu próximo projeto: “Mandela, dormi com saudades e sonhei com a liberdade” no Centro Cultural Justiça Federal (Rio de Janeiro) sob a direção de Dani Câmara. O texto foi escrito por Ícaro Donadel a partir das cartas que o líder sul-africano Nelson Mandela escreveu durante os 27 anos em que ficou preso. A leitura foi realizada na antiga Sala de Sessões do STF no Rio.

Deo Garcez está na nova novela das 18 da Rede Globo, Mar do Sertão que estreia no próximo dia 22. E em novembro estará de volta ao teatro no mesmo centro cultural com a peça de sua própria autoria, “Luiz Gama: uma voz pela liberdade” há 7 anos em cartaz.

Mandela está com estreia prevista para o primeiro semestre de 2023 com a produção de Ars Facere.

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Benedita da Silva esteve presente na leitura e emocionada apontou a atualidade do texto para pautas urgentes a serem debatidas no Brasil. Ressaltando o valor da arte, da cultura e da educação como elementos essenciais de transformação. Benedita ainda lembrou da necessidade, a exemplo do Teatro do Oprimido, de levar a peça de Mandela às praças.

Ao final do evento, o ator Deo Garcez leu na antiga Sala de Sessões do STF no Rio de Janeiro (até 1960) um trecho da “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado democrático de direito”. A carta, que conta com mais de um milhão de assinaturas, foi lida na mesma noite na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em São Paulo e na PUC-Rio.

Fonte: TOP Famosos

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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