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São Paulo sofre, mas conquista vitória suada na Libertadores
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O São Paulo enfrentou o Cobresal nesta quarta-feira no Morumbis, diante de mais de 49 mil torcedores, em busca da primeira vitória na Libertadores. O Tricolor, pressionado após resultados decepcionantes, conseguiu vencer por 2 a 0, com gols de André Silva e Jonathan Calleri, ambos marcados na reta final do segundo tempo.
Com a vitória, o São Paulo somou os primeiros três pontos no Grupo B da competição e respirou aliviado, depois de ser eliminado nas quartas de final do Campeonato Paulista e ter perdido na estreia da Libertadores para o Talleres.
Apesar do resultado positivo, a permanência do técnico Thiago Carpini no São Paulo não está garantida. O comandante foi alvo de críticas da torcida devido às dificuldades enfrentadas pela equipe para conquistar a vitória. A diretoria pode reavaliar sua continuidade nas próximas horas.
O próximo desafio do São Paulo na Libertadores será contra o Barcelona de Guayaquil, no Equador, no dia 25 de abril. Antes disso, o time terá pela frente o Fortaleza, Flamengo e Atlético-GO pelo Campeonato Brasileiro.
O São Paulo dominou as melhores oportunidades do primeiro tempo, com várias chances de gol desperdiçadas. O árbitro anulou um gol de Calleri por impedimento e o time acertou a trave em diversas ocasiões.
No segundo tempo, o São Paulo abriu o placar com André Silva, após uma sucessão de tentativas frustradas. Calleri ampliou a vantagem no final da partida, garantindo a vitória tricolor.
A torcida são-paulina comemorou a vitória suada e agora aguarda ansiosa pelo próximo desafio do time na Libertadores e no Campeonato Brasileiro.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 0 COBRESAL (CHI)
Local: Morumbis, em São Paulo
Data: 10/04/2024
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Ortega (COL)
Assistentes: Jhon Gallego (COL) e Richard Ortiz (COL)
VAR: Yadir Acuña (COL)
Público: 49.502 torcedores
Renda: R$ 3.643.692,50
Gols: André Silva, aos 37 do 2ºT, e Calleri, aos 44 do 2ºT (São Paulo)
Cartões amarelos: Bechtholdt, Castro, Valencia, Navarro, Filla (Cobresal); Luciano, Pablo Maia, Galoppo (São Paulo)
SÃO PAULO: Rafael; Arboleda, Diego Costa e Ferraresi; Igor Vinícius (Erick), Pablo Maia (Galoppo), Alisson, James Rodríguez (Nestor) e Michel Araújo; Luciano (André Silva) e Calleri. Técnico: Thiago Carpini.
COBRESAL: Requena; Pacheco, Bechtholdt (Toro), Alarcón e Sandoval Muñoz; Mesías Sepúlveda (Filla), Navarro; García (Lobos) e Munder e Valencia (Lezcano); Castro (Diego Coelho). Técnico: Gustavo Huerta.
Fonte: Esportes
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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos
Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.
A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.
Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.
Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.
Relação com Lionel Messi
Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.
A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.
Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.
Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.
“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.
A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino
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