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No sorteio deu Flamengo; Final da Copa do Brasil será no Maracanã

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O Flamengo ‘venceu’ a primeira batalha e decidirá a grande final da Copa do Brasil no estádio do Maracanã diante do Corinthians. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sorteou os mandos de campo nesta terça-feira, às 11h (de Brasília), na sede da entidade, no Rio de Janeiro.

As finais acontecerão nos dias 12, na Neo Química Arena, e 19 de outubro, no Maracanã, ainda em horários a serem definidos – as datas são datas-base.

O sorteio dos mandos de campo foi baseado no regulamento 19, com dez bolas no pote no total, cinco para cada clube. A primeira bola sorteada foi a do clube que decidirá o segundo jogo em casa. Jairzinho, Furacão da Copa de 1970 e ídolo do Botafogo, foi o responsável pela retirada da bola no sorteio.

Estiveram presentes no evento o goleiro Cássio e o técnico Vítor Pereira, capitão e técnico do Corinthians, e Diego Ribas e Dorival Júnior, capitão na ausência de Everton Ribeiro, com a Seleção Brasileira, e o técnico do Flamengo. Também marcaram presença o presidente do Alvinegro, Duilio Monteiro Alves, e vice do Rubro-Negro, Marcos Braz.

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Antes do sorteio, os capitães e os treinadores falaram sobre as expectativas de decidir dentro ou fora de casa. Primeiro, Vítor Pereira afirmou que, para além da sorte, para se chegar a uma decisão, é preciso muito trabalho.

“Não faço ideia. Depende do resultado do primeiro jogo, mas, teoricamente, eu preferiria jogar o segundo jogo em casa. A sorte dá trabalho, porque, por si só, não chega. Não se chega a uma final da Copa com base na sorte, mas com base no trabalho, mas há determinados momentos que a bola bate na trave, o gol que se faz ou que se perde, que sofre ou não… A sorte existe, mas, para se chegar a uma final da Copa, é preciso muito trabalho”, falou.

Dorival teve a mesma opinião. “É uma realidade. No futebol você conta com vários fatores. Também não temos como mensurar, neste momento, decidir em casa ou fora dela, porque vai depender do primeiro resultado, porque pode direcionar não o ritmo, mas o movimento da partida. Ficamos sempre nessa indecisão: jogar a primeira ou a segunda partida em casa? Vai depender do contexto da partida inicial”.

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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