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No Morumbi, Tricolor empata com o Goiás pelo Brasileirão

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Em jogo agitado e com reviravolta no placar, o Tricolor empatou com o Goiás por 3 a 3 neste sábado (23), no Morumbi, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2022.

Os gols são-paulinos foram marcados por Calleri, Nestor e Patrick. Com o resultado, a equipe assumiu a nona colocação, com 26 pontos, enquanto aguarda o desfecho da rodada.

Na próxima quinta-feira (28), às 20h, novamente no Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o São Paulo receberá o América-MG pelo duelo de ida das quartas de final da Copa do Brasil.

Para encarar os goianos, o time não contou com Arboleda (cirurgia no tornozelo esquerdo), Luan (cirurgia no adutor esquerdo), Caio (cirurgia no joelho direito), Jandrei (trauma nas costas), Léo (transição após edema no posterior da coxa direita), Miranda (transição após dores musculares), Reinaldo (estiramento no adutor direito), André Anderson (dores musculares) e Alisson (entorse no joelho direito).

Com os retornos de Patrick e Calleri, que cumpriram suspensão no empate com o Internacional (3 x 3), em Porto Alegre, o técnico Rogério Ceni escalou a equipe com Thiago Couto; Rafinha, Diego Costa, Luizão e Welington; Pablo Maia, Nestor e Igor Gomes; Patrick, Calleri e Luciano.

O primeiro tempo foi agitado e contou com quatro gols. Aos sete minutos, os visitantes largaram na frente, com Dadá Belmonte: 1 a 0.

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O Tricolor reagiu e conseguiu a virada antes mesmo do intervalo: aos 29, Calleri aproveitou cruzamento na medida de Welington e cabeceou para empatar. 1 a 1. Pouco depois, aos 32 minutos, Nestor recebeu de Igor Gomes e balançou as redes. 2 a 1.

Aos 38, o adversário deixou tudo igual, com Danilo Cardoso: 2 a 2. E ainda na primeira etapa, o São Paulo teve a oportunidade de retomar a vantagem no marcador em cobrança de pênalti: o goleiro Tadeu, porém, defendeu o chute de Luciano.

No segundo tempo, o time são-paulino precisou de apenas dois minutos para fazer o terceiro gol: Welington cobrou escanteio, e Patrick testou para anotar o tento tricolor. 3 a 2.

Aos 22, o Pantera Negra sentiu dores e teve que ser substituído por Nikão. Ceni, então, aproveitou a paralisação para promover também as entradas de Igor Vinícius e Talles Costa nos lugares de Nestor e Luciano.

Mais tarde, aos 35, Gabriel Neves e Marcos Guilherme ocuparam as vagas de Igor Gomes e Welington.

E já nos acréscimos, aos 46, os visitantes empataram o confronto com Pedro Raul. 3 a 3.

SÃO PAULO 3 x 3 GOIÁS

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Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 23/07/2022 (sábado)
Público: 39.393
Renda:
 R$ 1.761,264,00

Gols: SPFC: Calleri (29min/1ºT); Nestor (32min/1ºT); Patrick (2min/2ºT) | GOIÁS: Dadá Belmonte (7min/1ºT); Danilo Cardoso (38min/1ºT); Pedro Raul (46min/2ºT)

Cartões amarelos: Luizão (30min/1ºT); Pedro Raul (35min/1ºT); Dadá Belmonte (50min/1ºT); Matheus Sales (50min/1ºT); Fellipe Bastos (43min/2ºT); Talles Costa (44min/2ºT); Luan Dias (44min/2ºT)

SÃO PAULO: Thiago Couto; Rafinha, Luizão, Diego Costa e Welington (Marcos Guilherme, 35min/2ºT); Pablo Maia, Nestor (Igor Vinicius, 22min/2ºT), Igor Gomes (Gabriel, 35min/2ºT), Patrick (Nikão, 22min/2ºT), Luciano (Talles Costa, 22min/2ºT) e Calleri. Técnico: Rogério Ceni.

GOIÁS: Tadeu; Maguinho, Caetano, Sávio, Vinicius (Danilo Barcelos, 39min/2ºT), Pedro Raul, Diego (Pedro Junqueira, 39min/2ºT), Danilo Cardoso, Dadá Belmonte (Nicolas, 17min/2ºT), Matheus Sales (Fellipe Bastos, 17min/2ºT) e Luan Dias (Caio Vinicius, 48min/2ºT). Técnico: Jair Ventura.

Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ) e Jean Marcio dos Santos (RN)
Quarto Árbitro: Thiago Lourenço de Mattos (SP)
Árbitro de Vídeo: Daniel Nobre Bins (RS)
AVAR: Andre da Silva Bitencourt (RS)
Observador de VAR: Italo Medeiros de Azevedo (RN)

fonte: http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/campeonato-brasileiro/2022/7/23/no-morumbi,-tricolor-empata-com-o-goias-pelo-brasileirao

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Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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